Palavras ao vento

Realismo de muitas cicatrizes de nossas palavras incertas

Insumo desfrutado e insultos

Palavras que voltam ao colo materno de amizades certas

Insertas por nobrezas e fortalezas

 

 

Onde você esta?

Onde eu estou?

E onde estarei amanha?

Ou hoje…

 

 

Intimo infarto e vaidoso anseio contagioso

nossas angustias e desejos.

cicatrizes das palavras ao vento

ao leu te dará o presente e o passado

 

para o futuro, curto e longo dia

nossas intimas fantasias vividas

palavras daquele vento em brisa, daquelas insertas palavras

hoje não vividas por nossas incertezas de um amor ou rancor

 

 

Passos e melancolia, loucura e sinônimos. O que realmente somos?

Loucos?

Amantes?

Insanos?

Humanos!?

 

 

Essa luz, reluzente ou não

que conduz ao amanha, ou não!

Inseguros, incertos e amigos

colo materno, de ti, de mim, de nos, de todos…

 

Céu de esperança, caloroso abraço e feliz lagrima rolando na ilha de nossas caras…

Chore…

Ame…

Cante…

Viva…

Cante…

Ame…

Chore…

Viva…

Ame…

Eiiiiiiiiiiii!!!

 

Não tenha medo!

Felicidade… Onde?

Por favor, acenda a luz!

 

 

Ernani – outubro 2006

Gente

Tem gente que não entende de gente

 

E de gente que implica e dói a mente

 

 

Desta gente que tem medo de ser diferente

 

E na escuridão não mente, chora…

 

 

Ernani Baraldi -  janeiro de 2009